{"id":13806,"date":"2021-12-10T17:20:42","date_gmt":"2021-12-10T20:20:42","guid":{"rendered":"https:\/\/projetocineb.com.br\/?p=13806"},"modified":"2021-12-29T15:18:21","modified_gmt":"2021-12-29T18:18:21","slug":"um-olhar-para-as-vozes-abafadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetocineb.com.br\/?p=13806","title":{"rendered":"Para ouvir as vozes abafadas"},"content":{"rendered":"\n<p><em>No S\u00e1bado o&nbsp;CineB&nbsp;Solar exibir\u00e1 o filme Minha Fortaleza: os filhos de fulano, na Vila Fl\u00e1via, em S\u00e3o Matheus. \u00c9 uma oportunidade&nbsp;da&nbsp;equipe de produ\u00e7\u00e3o do longa voltar ao palco onde o document\u00e1rio foi gravado. A pandemia impediu que esse encontro acontecesse antes. Em entrevista exclusiva para o&nbsp;CineB&nbsp;Solar, a diretora Tatiana&nbsp;Lohmann&nbsp;fala sobre o filme e sobre a expectativa para o reencontro com os moradores e protagonistas dessa hist\u00f3ria.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por Eduardo&nbsp;Vin\u00e9&nbsp;Boldt&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2021-12-10T17:20:42-03:00\">10\/12\/2021<\/time><\/div>\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/TATIANA-LOHMANN-01-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13807\"\/><figcaption>A diretora, montadora e fot\u00f3grafa Tatiana Lohmann foto: reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><em><strong>Eduardo&nbsp;Vin\u00e9&nbsp;Boldt:<\/strong>&nbsp;A ideia do filme come\u00e7a em 2002, e foi sendo desenvolvida ao longo do tempo. Voc\u00ea conseguiu identificar j\u00e1 naquela \u00e9poca a rela\u00e7\u00e3o com as m\u00e3es como pe\u00e7a fundamental dentro daquela popula\u00e7\u00e3o masculina da periferia? Gostaria que voc\u00ea falasse sobre as semelhan\u00e7as entre o que voc\u00ea viu em 2002 e hoje, pois o tema continua muito atual.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tatiana&nbsp;Lohmann:<\/strong>&nbsp;O Brasil \u00e9 um pa\u00eds que tem essa hist\u00f3ria: do pai que n\u00e3o assume a paternidade. Desde os prim\u00f3rdios da coloniza\u00e7\u00e3o voc\u00ea v\u00ea homens chegando, que muitas vezes estupravam as mulheres ind\u00edgenas. Da\u00ed nasciam filhos que n\u00e3o eram acolhidos e reconhecidos por esses pais. Isso vem se repetindo. Depois vieram as mulheres africanas escravizadas. Ent\u00e3o muitos filhos nascidos dos senhores com as escravas dom\u00e9sticas n\u00e3o eram assumidos. J\u00e1 existe esse hist\u00f3rico. <\/p>\n\n\n\n<p>Isso \u00e9 um dado frequente na maioria das culturas do mundo. A ideia de que cabe \u00e0 m\u00e3e a responsabilidade de criar os filhos n\u00e3o \u00e9 apenas uma caracter\u00edstica do Brasil. Mas como estamos nesse recorte, olhando para o Brasil e olhando para a periferia de um grande centro urbano, essa situa\u00e7\u00e3o se agrava. Porque tem muita gravidez precoce, onde os meninos n\u00e3o assumem os filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na antropologia se usa um termo para as casas chefiadas por mulheres, que se chama fam\u00edlia monoparental feminina. Esse n\u00famero \u00e9 muito maior nas periferias. Ele vem aumentando exponencialmente nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Talvez tenha o componente das mulheres n\u00e3o se sujeitarem mais a determinadas rela\u00e7\u00f5es, preferindo ficar sozinha diante de certas circunst\u00e2ncias, tendo coragem de se separar de um marido violento, por exemplo, como \u00e9 o caso de uma das mulheres no filme.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"trailer_MINHA FORTALEZA\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/449064272?h=5d52e71a71&amp;dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"840\" height=\"473\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Quando a gente come\u00e7ou esse projeto, eu conheci o Mac\u00e1rio e a dona Edith, l\u00e1 no set do Carandiru. Ele me chamou para fazer um videoclipe, porque ele disse que tinha feito um rap em homenagem a m\u00e3e e ia tatuar o retrato dela no peito. Quando cheguei para gravar percebi, no atelier de tatuagem, que nos \u00e1lbuns havia muitas imagens de tatuagem com o retrato de m\u00e3es ou com o nome de m\u00e3es. Dava para dizer que tinha uma cultura em torno disso. Naquele dia eu falei com o Mac\u00e1rio: \u201cEu acho que isso n\u00e3o \u00e9 um clipe n\u00e3o. Acho que tem mais coisa aqui\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse projeto teve v\u00e1rios formatos. A gente foi&nbsp;pr\u00e9-finalistas de um de edital do <em>Rumos<\/em>, mas acabamos n\u00e3o sendo selecionados. O tempo nos permitiu ir elaborando. A vida levou a gente para outros lados, mas o Mac\u00e1rio nunca me deixava desistir. De tempos em tempos, ele aparecia e falava: \u201cBora l\u00e1?\u201d. A gente teve a oportunidade de amadurecer. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse assunto foi vindo para frente. Naquela \u00e9poca n\u00e3o era frequente voc\u00ea encontrar na capa da <em>Ilustrada<\/em> um filme, um disco, algu\u00e9m discorrendo sobre esse assunto. Mesmo essa ideia da fam\u00edlia monoparental feminina. Pelo menos eu n\u00e3o tinha familiaridade com ela. Hoje em dia isso \u00e9 corriqueiro at\u00e9 em novela da Globo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>EVB:&nbsp;<\/strong>Seu filme tem muito amor envolvido, mas tem muitas feridas abertas. Nesse sentido eu acho o primeiro di\u00e1logo representativo, quando o J\u00fanior fala com o pai e ele percebe que o pai n\u00e3o o reconhece. Tamb\u00e9m no reencontro de um dos personagens com a m\u00e3e que o tinha abandonado. Nos di\u00e1logos entre os homens em uma das cenas, talvez haja uma tentativa de eles n\u00e3o reproduzirem essa viol\u00eancia que eles sofreram. Eu queria que voc\u00ea falasse sobre isso, dessa tentativa de \u201ccura\u201d buscada por eles.<\/em>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TL:<\/strong>&nbsp;\u00c9 bem isso mesmo. O ponto para mim, enquanto mulher que tamb\u00e9m teve um pai ausente, foi muito mais a condi\u00e7\u00e3o da m\u00e3e &#8211; que passa a viver uma vida muito sacrificada &#8211; tendo que criar esses filhos sozinhas. Em geral, trabalhando em bairros distantes, saindo cedo e voltando tarde. Preocupada com esses filhos, que ficam frequentemente na rua, sendo criados pela rua. Ent\u00e3o me interessava o quanto ela acabava se tornando essa grande hero\u00edna da quebrada, abnegada. Mas ela sacrificava um aspecto do \u201cfeminino\u201d: a possibilidade de encontrar um outro namorado fica muito dificultada.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu estou olhando para as rela\u00e7\u00f5es do filho homem com a sua m\u00e3e. Esse filho homem muitas vezes vai ficando superprotetor e assumi o papel do pai. Isso dificulta a aproxima\u00e7\u00e3o de outros homens. Era o que me interessava.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu me surpreendi em perceber o quanto o filme acessa os homens, justamente porque ele est\u00e1 olhando para a masculinidades. Eu nem tinha esse termo familiarizado. Mas houve muitas conversas em torno disso e de fato uma coisa eu sabia: esses filhos, que no come\u00e7ou o projeto eram apenas &#8220;filhos&#8221;, hoje em dia est\u00e3o procurando serem pais diferentes. Nesse sentido, por mais que o filme traga uma s\u00e9rie de dores, como voc\u00ea disse, de feridas abertas e de aspectos problem\u00e1ticos das din\u00e2micas de um bairro como a Vila Fl\u00e1via, eu acredito que tem&nbsp;um processos&nbsp;de cura, particularmente nesse aspecto dos pais tentando se redimir.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>EVB:&nbsp;<\/strong>Voc\u00ea teve o filme&nbsp;Slam&nbsp;lan\u00e7ado em 2017, e o&nbsp;Minha Fortaleza&nbsp;lan\u00e7ado em 2020&#8230;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TL:&nbsp;<\/strong>A pr\u00e9-estreia foi no festival do Rio em dezembro de 2019 e lan\u00e7amos no primeiro semestre de 2020. Foi uma decis\u00e3o bem arriscada estrear durante a pandemia, porque a gente tinha que lan\u00e7ar em salas de cinema. Mas era uma situa\u00e7\u00e3o em que voc\u00ea lan\u00e7a, mas n\u00e3o tem coragem de divulgar para as pessoas irem. Eu mesmo n\u00e3o fui&nbsp;\u00e0s&nbsp;sala&nbsp;de cinema. Ao mesmo tempo \u00e9 um projeto muito antigo. Chega uma hora que voc\u00ea precisa fechar um ciclo, que voc\u00ea precisa devolver aquilo para a comunidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso que essa sess\u00e3o \u00e9 muito importante para n\u00f3s. Eu agrade\u00e7o de verdade a parceria com o&nbsp;CineB&nbsp;Solar, porque o que eu sempre quis fazer &#8211; mais que tudo &#8211; era essa sess\u00e3o. Na verdade, o meu plano inicial era que ela fosse a primeira, a abertura de caminhos para o filme. Mas acabou que o filme foi selecionado para a competitiva do festival do Rio. A gente achava que logo depois&nbsp;estar\u00edamos&nbsp;fazendo essa festa nas ruas da Vila Fl\u00e1via.&nbsp; O que s\u00f3 est\u00e1 acontecendo agora, ainda como com m\u00e1scara, com restri\u00e7\u00f5es, mas que para n\u00f3s \u00e9 o fechamento do ciclo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tivemos uma estreia no Cine Sesc no um pouquinho antes do lockdown. Ainda bem, porque foi a grande sess\u00e3o. Mas agora que vai ser a festa na rua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>EVB:<\/strong>&nbsp;Essa \u00e9 uma tem\u00e1tica que voc\u00ea tem desenvolvido nos seus document\u00e1rios. Para os pr\u00f3ximos voc\u00ea continuar\u00e1 com um foco na periferia, com essa perspectiva quase etnogr\u00e1fica?<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TL:<\/strong>&nbsp;Para falar a verdade sempre foram os filmes que me chamaram. Mas \u00e9 claro que voc\u00ea vai se familiarizando com certos assuntos. Meus projetos mais antigos olhavam bastante para quest\u00f5es de g\u00eanero. Eu n\u00e3o posso dizer que eu esteja tratando da quest\u00e3o racial, mas ela permeia muito fortemente os meus dois \u00faltimos filmes. O&nbsp;<em>Slam&nbsp;&#8211; Voz de levante<\/em>&nbsp;tamb\u00e9m foi um projeto muito longo. Quando a gente come\u00e7ou a gravar esse fen\u00f4meno dos&nbsp;<em>poetry&nbsp;slams<\/em>&nbsp;no Brasil, existia uma \u00fanica comunidade, um \u00fanico evento de&nbsp;<em>poetry&nbsp;slam<\/em>&nbsp;em S\u00e3o Paulo, que era o&nbsp;<em>ZAP<\/em>. E quando a gente lan\u00e7ou o filme j\u00e1 existiam 150 comunidades de&nbsp;s<em>lams<\/em>. Antes da pandemia, j\u00e1 existiam quase 300. Agora esse n\u00famero deve ter ca\u00eddo um pouco, porque no&nbsp;<em>slam<\/em>&nbsp;a for\u00e7a \u00e9 presencial. Por mais que eles continuem acontecendo online, \u00e9 claro que n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa, porque \u00e9 performance, \u00e9 corpo em cena. Ao vivo \u00e9 outra coisa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"SLAM: Voz de Levante - trailer\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/295878153?h=5b69a8a702&amp;dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"840\" height=\"473\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Mas o fato \u00e9 que, quando come\u00e7amos a fazer esse filme nesse \u00fanico&nbsp;<em>slam<\/em>&nbsp;que existia, que acontecia na&nbsp;Pomp\u00e9ia, ele era muito misto: tinha muitas pessoas brancas e muitas pessoas negras. Eu acho que d\u00e1 para dizer que tinha uma maioria de pessoas brancas, talvez pela localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Poucas mulheres poetas. Quando a gente chegou em 2016, quando fizemos as \u00faltimas grava\u00e7\u00f5es do filme, a cara j\u00e1 era totalmente diferente. O&nbsp;<em>slam<\/em>&nbsp;j\u00e1 tinha assumido um aspecto eminentemente pol\u00edtico, identit\u00e1rio, e a maioria dos participantes que fizeram esse&nbsp;<em>&#8220;bum&#8221;<\/em>&nbsp;no Brasil inteiro s\u00e3o jovens, perif\u00e9ricas e perif\u00e9ricos, pessoas negras e majoritariamente mulheres.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>Ent\u00e3o voc\u00ea v\u00ea: n\u00e3o foi exatamente da\u00ed que partiu o meu olhar, mas \u00e9 claro que era um olhar que se interessa por vozes que n\u00e3o est\u00e3o sendo olhadas pela cultura hegem\u00f4nica.<\/p><cite>Tatiana Lohmann<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Hoje em dia tamb\u00e9m j\u00e1 tem outros acessos e canais com perfis mais hegem\u00f4nicos disputando profissionais e artistas que sejam pessoas negras, que sejam mulheres. Tem um movimento muito diferente de quando come\u00e7amos tudo isso. E o&nbsp;<em>Minha Fortaleza<\/em>&nbsp;nem fui eu quem fiz o casting. O Mac\u00e1rio me chamou para fazer o clipe, depois de uns anos ele me apresentou um&nbsp;Negotinho&nbsp;com a Dona Vera, a J\u00f4&nbsp;Maloupas, e depois de muitos anos a gente conseguiu captar um valor para poder come\u00e7ar o filme para valer. <\/p>\n\n\n\n<p>A gente j\u00e1 tinha filmado um tanto com dinheiro do bolso em 2013. Em 2015 a gente conseguiu ganhar um edital do BNDES de produ\u00e7\u00e3o. Quando eu cheguei para ele e falei \u201cgente, vamos voltar a uma ideia que a gente j\u00e1 teve l\u00e1 atr\u00e1s, de ter uma terceira fam\u00edlia que tenha um filho com passagem pelo sistema prisional?\u201d, os dois na mesma hora disseram: \u201cBar\u00e3o!\u201d. Nem fui eu que escolhi. E naquela \u00e9poca eu nem tive um olhar de pensar assim: \u201cacho importante que sejam duas fam\u00edlias negras e uma branca\u201d. Foi o que se &#8220;constelou&#8221; ali. Inclusive eu acho que hoje em dia \u00e9 imposs\u00edvel para mim n\u00e3o estar atenta a tudo isso. Jamais deixaria de perceber que eu estou fazendo um filme que tem majoritariamente fam\u00edlias negras. Que as mulheres jovens que est\u00e3o no filme e s\u00e3o mais &#8220;modernas&#8221;, com um pensamento mais feminista, s\u00e3o brancas.&nbsp;Toda essa &#8220;constela\u00e7\u00e3o&#8221; que diz respeito ao racial, hoje em dia salta muito mais aos olhos. Na \u00e9poca eu fui seguindo o fluxo da vida, mas hoje em dia eu acho que \u00e9 imposs\u00edvel isso. Eu acho que temos que tomar decis\u00f5es muito mais calcadas em como a gente equilibra esses aspectos diante dos debates e das revis\u00f5es que est\u00e3o acontecendo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-10-at-20.06.47-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13824\" srcset=\"https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-10-at-20.06.47-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-10-at-20.06.47-300x300.jpeg 300w, https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-10-at-20.06.47-150x150.jpeg 150w, https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-10-at-20.06.47-768x768.jpeg 768w, https:\/\/projetocineb.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-10-at-20.06.47.jpeg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o CineB Solar<\/strong><br>Criado em 2007 pelo Sindicato dos Banc\u00e1rios de S\u00e3o Paulo, Osasco e regi\u00e3o, o CineB passou a se chamar CineB Solar em 2018, quando passou a circular com uma van que gera, atrav\u00e9s de placas solares, a pr\u00f3pria energia consumida no evento. J\u00e1 atingiu um p\u00fablico superior a 75 mil espectadores, 160 bairros percorridos, em mais de 580 sess\u00f5es gratuitas realizadas em comunidades e universidades de S\u00e3o Paulo. Nesse momento de isolamento, para evitar aglomera\u00e7\u00f5es, se reinventaram e prepararam novos projetos: CineB on-line, CineB Solar na Janela e CineB Autorama, a\u00e7\u00f5es para que todos possam ficar em casa e se divertir com uma sess\u00e3o de cinema.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Servi\u00e7o<br><\/strong>Cinema Brasileiro em S\u00e3o Mateus<br>Dia: 11 de dezembro, s\u00e1bado, \u00e0s 19h<br>Local: Rua Vitaliano Roteline, s\/n<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Retirada de convites:&nbsp;<\/strong>falar com Negotinho<br>Contato 11 958754922<br><strong>No endere\u00e7o:&nbsp;<\/strong>Rua C\u00f4nego Jos\u00e9 Maria Fernandes 127c \/ 128<br>S\u00e3o Mateus em Movimento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Plano B<\/strong>: caso chova a exibi\u00e7\u00e3o ser\u00e1 na Rua Archangelo Archina 587 \u2013 (Favela Galeria)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No S\u00e1bado o&nbsp;CineB&nbsp;Solar exibir\u00e1 o filme Minha Fortaleza: os filhos de fulano, na Vila Fl\u00e1via, em S\u00e3o Matheus. \u00c9 uma[&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":13807,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/13806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=13806"}],"version-history":[{"count":24,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/13806\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13934,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/13806\/revisions\/13934"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/13807"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=13806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=13806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/projetocineb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=13806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}